Lições de língua Iorubá-Nagô para iniciantes

Awọn ẹ̀kọ́ èdè Yorùbá-Ànàgó fúnalákọbẹ̀rè, Apakìíní
Lições de língua Iorubá-Nagô para iniciantes – Primeira Parte
22 a 26 de julho de 2019, das 14h às 18h

O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia – IGHB promove para o público em geral, o curso Awọn ẹ̀kọ́ èdè Yorùbá-Ànàgó fúnalákọbẹ̀rè, Apakìíní / Lições de língua Iorubá-Nagô para iniciantes. O objetivo é proporicionar uma introdução a léxica e a sintática da Língua Ioruba-Nagô, uma língua da família linguística Nigero-Congolesa ainda falada por cerca de 35 mlhões de pessoas na Costa Ocidental da África e nas Américas, inclusive no Brasil.

A realidade caracterizada pela aparente prática corporal, meramente atávica ou “onomatopaica” e “folclórica” não corresponde a verdade. A língua Iorubá-Nagô já foi uma língua franca falada pelos povos nagôs e seus descendentes nas ruas da cidade de Salvador nos tempos do Brasil colonia, alcançando essa prática de comunicação, os dias a primeira metade do século XX.

O Minicurso será desenvolvido em 5 (cinco) encontros/aulas divididos em módulos de 4 (quatro) horas de duração cada, perfazendo um total de 20 (vinte) horas. Como objetivos específicos estão:

Conversação regular do dia-a-dia em língua Iorubá-Nagô e abordagem de aspectos culturais comum ao povos Iorubá na Nigéria e na diáspora africana;

A estrurua da língua nos seus processos fundamentais de comunicação (pronomens, verbos, preposições, etc)

A língua falada no dia a dia como instrumento de interação socia, e cultural entre os indivíduos.

Confira o conteúdo:
22 a 26 de julho de 2019, das 14h às 18h
22 – ABD,oAlfabeto Iorubá Yorùbá
23 – Ìkíni tabi kiki/A importância da saudação
24 – Àwọn ọ̀rọ̀ tí a fi dípò orúkọ/Pronomes regulares e enfáticos
25 – Òdi ni èdè Yorùbá/Negação em Iorubá
26 – Yoruba Ye mi/Eu enetendo o Iorubá

INSTITUTO GEOGRÁFICO E HISTÓRICO DA BAHIA
Avenida Joana Angélica, 43 – Piedade
71 3329 4463
www.ighb.org.br

ADELSON SILVA DE BRITO
Adelson Silva de Brito é Mestre em Saúde, Ambiente e Trabalho pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho (PPGSAT) da Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), (2013). Licenciado em Física pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) (1987). Pesquisador no campo das desintegrações nucleares naturais, com especial interesse na medição de concentrações ambientais do gás radônio. Professor e Educador, mantém um trabalho de divulgação de metodologia de pesquisa científica e informações sobre ciência e tecnologia em um blog de nominado Ciência e Tecnologia, mantido por um portal de grande popularidade denominado Portal Correio Nagô. Professor de Línguas, estrangeiras entre elas o Inglês, o Japonês, o Francês, o Português e o Iorubá. É Professor de Língua e Cultura Iorubá na Casa da Nigéria, uma Instituição Cultural mantida pela Embaixada da Nigéria no Brasil, em Salvador. Professor dos Departamentos de Radiologia e das Engenharias Civil, Mecânica e de Petróleo e Gás do Centro Universitário Estácio da Bahia – Estácio FIB em Salvador, Bahia. Professor do Departamento de Tecnologia da Informática do Instituto Bahiano de Ensino Superior (IBES) e Faculdade de Salvador (FACSAL). Professor de Língua e Cultura Iorubá no Centro de Cidadania – CECI do Departamento de Direito da Faculdades de Salvador UNIFACS; Professor dos Departamentos de Engenharias da Faculdade Mauricio de Nassau Unidades Patamares, Salvador, Bahia e Lauro de Freitas, RMS. Atualmente, as suas funções religiosas na Tradição de Matriz Africana Jeje-Nagô, no cargo de Mawó (Ministro de Grande Confiança e Embaixador entre as Culturas Jeje e Nagô) tem se tornado o foco da sua atuação. As pesquisas sobre os Rituais da Liturgia Jeje, estão conduzindo o seu projeto de doutorado para a área da Antropologia e da Etnografia da Cultura Religiosa Jeje na Bahia.

*A palavra “Mavó” é uma corruptela afro-baiana do termo “Mọ̀wé” (palavra da língua Iorubá, falada ainda hoje na África, e que significa “ser inteligente”, “ter conhecimento” “ser reconhecido por expertise”, ter estudo, etc.) ou uma corruptela da expressão « Mɔ̀ awò », um termo da língua fón, falada na República do Benin, que significa « iniciado no conhecimento e no culto aos Vodun). De todo modo, o termo significa: membro graduado da religião afrobrasileiro na condição de Embaixador entre as culturas religiosas Ioruba-Nagô e Jeje-Quêto-Nagô-Fón.

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