Se ligue na programação da 2ª edição do Concha Negra

ÀTTØØXXÁ, Ilê Aiyê, Sine Calmon e Morrão Fumegante, Olodum, Baco Exu do Blues, Lazzo Matumbi, Gerônimo Santana, Margareth Menezes, Afrocidade, Luedji Luna e Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz farão nove espetáculos na Concha Acústica do TCA

Está definida a programação da 2ª edição do Concha Negra. Foi publicado nesta sexta-feira, 4 de outubro, no Diário Oficial do Estado da Bahia, o resultado final de seleção das atrações que vão se apresentar no palco da Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA) entre novembro de 2019 e fevereiro de 2020, dentro deste projeto que exalta a riqueza da produção musical afro-baiana.

Dentre 59 propostas inscritas, nove foram selecionadas e compõem uma grade que reúne alguns dos mais efervescentes nomes da música local: ÀTTØØXXÁ (16 de novembro), Ilê Aiyê (7 de dezembro), Sine Calmon e Morrão Fumegante (14 de dezembro), Olodum (11 de janeiro), Baco Exu do Blues (18 de janeiro), Lazzo Matumbi (25 de janeiro), Gerônimo Santana (1º de fevereiro), Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna (8 de fevereiro) e Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz (15 de fevereiro).

Dentre consagrados atemporais e expoentes que renovam a cena musical da Bahia para o Brasil e o mundo, o cenário final do Concha Negra afirma a contemporaneidade e potência da arte negra, tão exemplarmente representativa da identidade do povo baiano. “Estamos contentes porque é num projeto como este que evidenciamos a diversidade, a pluralidade e a riqueza da música produzida na nossa terra”, disse Arany Santana, secretária de Cultura da Bahia, num encontro com os produtores responsáveis pela execução dos shows selecionados. “Em sua 2ª edição, o Concha Negra é uma oportunidade de artistas e públicos usufruírem plenamente daquilo que a gente sabe fazer de melhor, com o aparato e suporte do Estado”, completou a secretária.

Destacando a importância de um projeto de música negra ocupar o maior equipamento cultural do Norte-Nordeste, Renata Dias, diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), resumiu: “O Concha Negra é a expressão de um modelo atual de pensar a gestão pública realizada pela Secretaria de Cultura da Bahia”. Rose Lima, diretora artística do TCA, exemplificou todos os investimentos para que os shows sejam grandiosos: “A qualidade dos projetos selecionados salta aos olhos, à altura do quadro de candidatos inscritos. Estamos muito satisfeitos de trazer estes espetáculos para enriquecer a programação da nossa Concha Acústica. Ganhamos todos com isso e o público vai com certeza adorar”, comemorou.
Cada espetáculo prevê, além dos shows principais, a presença de convidados especiais de peso, que engrandecem ainda mais as proposições, e atrações de abertura de outras linguagens artísticas, como dança, teatro e moda – o detalhamento de cada data será divulgado ao longo dos próximos meses. Todos contarão com produção executiva realizada por empresa licitada (pregão eletrônico a ser realizado no dia 9 de outubro, às 10h), tendo equipamentos de som, luz e outros aparatos à disposição para realização de espetáculos de magnitude técnica.

SOBRE O CONCHA NEGRA – O Concha Negra é uma iniciativa do Governo da Bahia que se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios, garantindo o lugar da música afro-baiana na programação mensal da Concha Acústica do Complexo do TCA, maior equipamento cultural do estado. Sua realização parte de premissas das políticas reparatórias previstas na constituição do Estado da Bahia e no Estatuto da Igualdade Racial. Assim, o incentivo a mais um canal de visibilidade e acesso a esta produção se alinha a condutas que reconhecem a cidadania cultural, a importância da representatividade e a afirmação de identidades, combatendo preconceitos e valorizando a expressão das variadas manifestações humanas. A primeira etapa do projeto foi realizada entre setembro de 2017 e fevereiro de 2018, com shows de Filhos de Gandhy, Muzenza, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Olodum e Malê Debalê. Além das apresentações principais, cada espetáculo teve a participação de pelo menos um convidado especial e também uma abertura com intervenções de outras linguagens artísticas.

CONFIRA PROGRAMAÇÃO FINAL SELECIONADA

16 de novembro: ÀTTØØXXÁ

7 de dezembro: Ilê Aiyê

14 de dezembro: Sine Calmon e Morrão Fumegante

11 de janeiro: Olodum

18 de janeiro: Baco Exu do Blues

25 de janeiro: Lazzo Matumbi

1º de fevereiro: Gerônimo Santana

8 de fevereiro: Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna

15 de fevereiro: Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz

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